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Segurança Pública em crise: Alerta Vermelho


Em tempos de pandemia do Covid-19, o Brasil tem seus profissionais de saúde exigidos ao máximo, em um cenário pior que de uma guerra. Vivemos um quadro, no qual o sistema de saúde pública, e mesmo o privado, já sofriam deficiências de todas as ordens e estes profissionais estão dando um exemplo de perseverança e solidariedade no atendimento ao ser humano. Profissionais esses, que chegam ao seu limite físico e psicológico, para não deixar a população sem atendimento.

Junto com a crise na saúde, paralelamente está a crise econômica, que mata e diminui as oportunidades, aumenta as desigualdades, gera pânico, e o principal, a doença social da insegurança pública.

Em estudos recentes, confirma-se que a crise econômica provoca diretamente o aumento proporcional da violência e da criminalidade. Com isso, diante do atual cenário, é notório que se aproxima a crise da segurança pública e os governantes devem providenciar um plano de contingência IMEDIATO.
Mas, o que estamos vendo é a falta de cuidados com os agentes das forças de segurança, que estão na linha de frente para dar cumprimento às medidas de isolamento social de combate ao novo corona-virus, assim como cumprir suas atribuições na segurança pública. Estamos assistindo a contaminação de nossos agentes municipais, estaduais e federais, e a morte de vários deles por todo pais, o que em curto prazo, acarretará o exaurimento das forças no momento de extrema sensibilidade do sistema de segurança pública.

O medo, a incerteza, o vírus, as pressões psicológicas, a insegurança, a dúvida, a falta de Epi’s, a desinformação, as fake news, a falta de apoio dentro das instituições, a ingerência, as baixas no efetivo, a criminalidade, entre outros fatores, farão com que as forças de segurança entrem em colapso, quando toda a sociedade mais precisará delas.

Caso nada seja feito imediatamente, as consequências virão na velocidade da Internet, e quem pagará a conta, mais uma vez, será a sociedade.

CARLOS ALEXANDRE BRAGA – Ex-Comandante Geral da GCM de São Paulo; Atual Presidente do Conselho Nacional das Guardas Municipais do Brasil. Membro do Conselho Nacional de Segurança Pública. Bel em Direito, Mestre em Políticas Públicas e Curso de Administração Policial e Swat no EUA/Flórida/Orlando

3 comentários:

  1. Argumenta-se aposentadoria especial, porte de arma e poder de polícia, porém se esquece de falar em política pública de Segurança, que garante ao comando das Guardas a condição em lei de informar ao Prefeito, quando este está descumprindo a lei e por consequência dar-lhe a devida voz de prisão. Enquanto isso não acontecer as Guardas Municipais serão meras Guardas Pretorianas usadas para política de governo e ser reconhecida como Guarda deste ou daquele Prefeito e não do município, que está instalada

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  2. A GCM entra em algum benefício desta Pandemia! Da PMSP

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